Da roda da praça, no Largo Ana Rosa, nas rodas de samba Guilherme nasceu...
...e com os amigos de roda, nas rodas da vila, nas voltas da vida, no quintal do samba, na Vila Mariana Guilherme cresceu...
...e tocou e cantou, mostrou nos seus sambas o idioma popular... o idioma “maneiro” do jeito bem brasileiro e simples do povo cantar, e o artista está onde o povo está, por isso Guilherme é presença marcante, figura constante nos bares de roda, nas rodas de samba, no samba e onde ele está.
Com os amigos da vila, nosso samba vai além e, às vezes, na ciranda da vida vem um laço no cadarço, que serve para o lamento do compositor...
... e Guilherme é assim: diversidade musical, mistura brasileira na panela de sinhá, um saquê à pururuca, pra virar a mesa da desilusão...
... e, quando menos se espera, tem fofoca no cafofo... é Guilherme trazendo mais samba, um samba novo, um novo ponto de vista, e Guilherme dá a pista, é sambista, rei do pedaço, e violão é lá na vila, Mariana é claro, e Guilherme lá está, no reduto de sambistas...
É hora de se banhar, ouvir Guilherme e banhar-se de samba, pois o samba jamais morrerá e, com certeza, no samba a profecia:
Guilherme Lacerda a partir de agora, passará a fazer parte da sua roda e do seu samba.